domingo, 9 de dezembro de 2012 0 comentários By: Lola

Girassol





Nome Técnico:Helianthus anuus L.
Sin.: Helianthus aridus Rybd., Helianthus macrocarpus DC, entre outros
Nomes Populares :Girassol
Família :Angiospermae - Família Asteraceae
Origem: América do Norte

Descrição:

Planta herbácea de ciclo curto, cultivada como ornamental e também para produção de óleo comestível.
Helianthus é um gênero com mais de 300 espécies cultivadas no mundo todo.
O caule é longo, verde e piloso, com diâmetro e altura que diferem conforme a espécie, algumas chegam até 2,50 m.
Alguns híbridos de melhoramento são produzidos com fins ornamentais e têm pouca altura, podendo ser usados no paisagismo com sucesso.
As folhas também diferem em tamanho nas espécies cultivadas, podendo ser grandes ou pequenas, algumas inclusive apresentam pelos esbranquiçados que dão efeito prateado ou acinzentado.
As flores são reunidas em inflorescência do tipo capítulo, onde as flores férteis estão no centro e são verdes ou purpúreas e as de borda, inférteis, em geral amarelas.
A polinização é feita principalmente por abelhas.

Modo de Cultivo :

É uma planta de ciclo de 4-5 meses e é preciso semear todos os anos.
A semeadura deverá ser feita direta, isto é, em canteiros preparados, pois o girassol não tolera bem o transplante.
Necessita de muito sol, solos profundos e férteis assim como de regas regulares no período de crescimento.
A melhor época de proceder a esta técnica é no verão.

Preparo de Canteiro para o jardim :


É conveniente marcar o canteiro onde irá ser cultivado o girassol, melhor implantar maciços e não plantas isoladas para ter um visual mais paisagístico.
Cavoucar o solo a uma profundidade de 25 cm, retirando inços, pedras e raízes mortas, destorroando e acrescentando adubo animal de curral cerca de 1 a 2 litros/m² ou de aves, a metade deste volume, incorporando bem.
Se o solo for do tipo argiloso, de textura fina sujeito à compactação, acrescentar também um pouco de areia de textura grossa, misturando tudo bem.
Nivelar a terra do canteiro, fazer sulcos com a pazinha e semear.
O espaçamento poderá ser feito de 20 a 30 cm entre linhas e colocando 3 unidades por cova.
Regar bem a seguir.
A emergência ocorre entre 7 a 10 dias após a semeadura, se for na primavera com temperaturas em torno de 15ºC.
As regas deverão ser regulares enquanto a planta cresce.
Para os Estados do Sul a época é de setembro a fevereiro e para os demais o ano todo.
domingo, 25 de novembro de 2012 0 comentários By: Lola

Violetas



As violetas são preferência nacional, pois são fáceis de cuidar, alegres e podem durar muito tempo
Embora não tenham perfume marcante, as violetas são preferência nacional. Além de alegres, essas flores são fáceis de cuidar. Veja o que fazer para garantir a beleza da sua planta por ainda mais tempo.
O vaso ideal para violetas
Apesar de os vasinhos de plásticos serem charmosos, as violetas se dão bem mesmo nos vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode apodrecer as raízes.
Cuidados com a água
Não molhe as folhas, pois elas apodrecem. Se você costuma colocar água apenas no pratinho, faça uma rega na terra uma vez por mês, para diminuir a concentração de sais minerais. Outro detalhe: as violetas detestam cloro. Para eliminá-lo, ferva a água e deixe-a esfriar antes de regar, ou use água mineral. No verão, regue duas vezes por semana. No inverno, apenas uma.
Luz na medida para violetas
A violeta precisa de luz, mas não suporta o sol direto. O ambiente ideal é um local com temperatura em torno de 25º C, onde os raios solares sejam filtrados pelo vidro de uma janela, por exemplo.
Como adubar 
Há fertilizantes químicos específicos para as violetas. Varie essa adubação periodicamente, alternando com farinha de osso e húmus de minhoca.
Como plantar violeta
Coloque no fundo do vaso uma camada fina de pedrinhas. Encha-o até a metade com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita, um remédio que combate pragas. Plante a muda centralizando a raiz e complete com a mistura. A seguir, faça uma rega generosa, até que a água escorra para o pratinho.


   
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012 0 comentários By: Lola

Phalaenopsis

Cuidados com as Phalaenopsis 

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Das espécies de orquídea, a Phalaenopsis é uma das mais belas. É uma planta resistente e se adapta bem ao clima de uma sala, mas também serve para ornamentar terraços e jardins.
Luminosidade
Coloque a planta em local bem iluminado e ventilado, de preferência onde a planta receba o sol da manhã. Quando a planta está sem flores, é preferível deixá-la na área ou jardim, num lugar bem protegido do sol do meio-dia (debaixo de uma árvore, por exemplo).
Adubação
Orquídeas precisam de muito pouco adubo; adubando uma vez por mês é mais que suficiente. Por exemplo: usando um adubo fórmula 10:10:10 ou similar na medida de uma colher de café de adubo por litro de água.
Regas
Regue a cada 7-15 dias, quando sentir que o vaso está ficando leve. Use de preferência água de chuva, água mineral ou de poço. Evite usar água clorada; em último caso, ferva a água. Regue bem, com água em abundância. Se possível, deixe a planta na chuva. Depois de regar, retire o excesso de água do pratinho debaixo da planta.
Temperatura
A Phalaenopsis é originária da Indonésia e das Filipinas. Como orquídea tropical, prefere temperaturas entre 18°C e 28°C. Em época de clima frio, especialmente nas regiões sul e sudeste, evite deixar sua planta exposta, pois não sobreviverá a geadas e ventos frios.
Florada
Após as flores murcharem, corte a haste, deixando uns 20 cm na planta; pode sair outro cacho de flores na haste ainda no mesmo ano. Também pode sair outra haste no próximo ano.
domingo, 28 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola

Chuva de Ouro

                   

Nome Científico: Cassia fistula Nomes Populares: Chuva-de-ouro, Canafístula, Cássia-fístula, Cássia-imperial Família: FabaceaeCategoria: Árvore, Árvore Ornamentais, MedicinalClima: Equatorial, Subtropical, TropicalOrigem: Ásia Altura: 4.7a 6.90metros, 6.90 a 9.0 metros.9.0a 12 metrosLuminosidade: Sol PlenoCiclo de Vida: Perene

A chuva-de-ouro é uma árvore ornamental decídua, de floração espetacular, com seus belos cachos pendentes de flores douradas. De porte médio e crescimento rápido, ela alcança cerca de 5 a 10 metros de altura. Seu tronco é elegante, um pouco tortuoso, e pode ser simples ou múltiplo, com a casca cinza-esverdeada. A copa é arredondada, com cerca de 4 metros de diâmetro. As folhas são pinadas, alternas, com 4 a 8 pares de folíolos elípticos, acuminados e de cor verde-viva.
No verão desponta suas inflorescências, do tipo rácemo, pendentes e longas, com cerca de 30 cm de comprimento e com numerosas flores amarelas, pentâmeras e grandes. Os frutos que se seguem são do tipo legume, cilíndricos, de cor marrom, e contêm de 25 a 100 sementes lenticulares, castanhas, lustrosas, envoltas em uma polpa doce e com propriedades medicinais. Apesar da polpa ser comestível, as sementes são tóxicas e não devem ser ingeridas.
Isolada ou em pequenos grupos, a chuva-de-ouro se torna um centro de atenção no jardim, durante sua floração. No resto do ano ela também não fica pra trás, pois fornece uma sombra fresca, sem ser muito densa. Pode ser plantada em calçadas pois não apresenta raízes agressivas. Além de suas qualidades ornamentais, ela é utilizada em fitoterapia, tendo destaque especial na medicina Ayurveda. Suas propriedades incluem desintoxicação e depuração do organismo. Cuidado: a chuva-de-ouro têm propriedades tóxicas, e seu consumo deve ter sempre acompanhamento médico.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A chuva-de-ouro se adapta muito bem aos climas subtropical e tropical. Depois de bem estabelecida ela é capaz de tolerar períodos curtos de estiagem. Multiplica-se por sementes que necessitam de quebra de dormência para uma melhor germinação. A quebra de dormência pode ser realizada através da escarificação física ou imersão em solução de ácido sulfúrico por 5 a 20 minutos. Após este processo, as sementes devem ser deixadas de molho em água por algumas horas antes do plantio.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola



.Nome Científico: Dendrobium nobile
.Nomes Populares: Olho-de-boneca, Dendróbio
.Família: Orchidaceae
.Categoria: Orquídeas
.Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
.Origem: Ásia
.Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros
.Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
.Ciclo de Vida: Perene

A mais popular de todas as orquídeas é também a que apresenta maior rusticidade e facilidade de cultivo, não dispensando no entanto os cuidados básicos que toda orquídea necessita. As cores podem variar muito, pois sofreu intenso melhoramento e hibridização. A coloração mais comum é a branca com as extremidades rosadas e o labelo com o centro arroxeado bem escuro, transmitindo a sensação de ser um olho. Seus pseudobulbos apresentam coloração verde clara a amarelada. Algumas variedades apresentam porte menor e outras porte maior.
Todos os dendróbios são epífitos, isto é, desenvolvem-se sobre o tronco das árvores. Elas não são parasitas, como muitos poderiam pensar, apenas utilizam as árvores como suporte e proteção para o seu crescimento. Por este motivo elas podem ser cultivadas sobre as árvores, inicialmente amarradas com barbantes ou sisal. Seu efeito fica maravilhoso em palmeiras. Podem ser cultivadas em vasos também, preferencialmente de barro, madeira ou cerâmica, bem forrados com pedriscos para uma perfeita drenagem. O substrato pode ser composto de uma mistura de cascas de árvores, carvão vegetal, cascas e fibras de côco, entre outros materiais próprios para epífitas. Não enterre o rizoma (caule paralelo ao solo) ao plantar seu Dendróbio, ele deve ficar sobre o substrato.
Devem ser cultivados à meia-sombra ou pleno sol (apenas para locais frescos e ventilados), com regas freqüentes no verão e reduzidas no inverno. A adubação deve ser suave e diluída, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta. Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Evite subdividir demais as plantas, sob pena de elas enfraquecerem muito. 
terça-feira, 2 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola
 Lathyrus odoratus,    


Nome Científico: Lathyrus odoratus
 Nomes Populares: Ervilha-de-cheiro, Ervilha-doce, Ervilheira-de-cheiro
 Família: Fabaceae
 Categoria: Flores Perenes, Trepadeiras
 Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado
 Origem: Europa
 Altura: 1.2 a 1.8 metros
 Luminosidade: Sol Pleno
 Ciclo de Vida: Anual


A ervilha-de-cheiro é uma trepadeira anual de inverno. Ela apresenta caule herbáceo, áspero e ascendente por meio de gavinhas que se desenvolvem nas pontas das folhas compostas. Suas flores são muito vistosas, perfumadas, solitárias e podem ser de cores e matizes variados, com degradés e combinações entre o azul, branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho. Após a polinização formam-se vagens curtas, com sementes semelhantes a ervilhas, porém venenosas.
A ervilha-de-cheiro é uma excelente trepadeira para pequenos suportes, como treliças e até mesmo cercas. Sua altura não ultrapassa os dois metros. Ela é apropriada para esconder momentaneamente entulhos, arbustos caducos e outras estruturas pouco aprazíveis no jardim. A floração ocorre na primavera e verão. Seus ramos floridos também podem ser colhidos para a confecção de buquês e arranjos florais perfumados. Há inúmeras variedades de ervilha-de-cheiro disponíveis, para diferentes gostos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia as temperaturas amenas, desenvolvendo-se melhor sob clima subtropical e mediterrâneo. Não tolera o calor forte ou geadas. Adubações freqüentes estimulam intensas florações. Quando a planta parar de produzir flores, ela já está no final do seu ciclo e pode ser removida dos canteiros. Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no outono, em canteiros definitivos.

Alerta:

Não consumir as ervilhas ou vagens, pois são tóxicas.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012 0 comentários By: Lola

Copo de leite

Copo de Leite. A parte amarela é que são as flores.


 Nome Científico: Zantedeschia aethiopica
Nomes Populares: Copo-de-leite, Cala-branca, Jarra, Jarro, Lírio-do-nilo
Família: Araceae
Categoria: Flores Perenes
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: África
Altura: 0.6 a 0.9 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Conhecido de todos, o copo-de-leite é excelente como flor-corte. Sua folhagem é verde brilhante e muito ornamental. As flores são firmes e duráveis, grandes e de coloração branca. A seleção e o cruzamento com outras espécies de Zantedeschia, têm obtido copos-de-leite de outras cores além da branca, como o amarelo, o vermelho, o rosa, o laranja e o roxo.
Deve ser cultivado em grupos para melhor valorização de seu efeito paisagístico, principalmente em locais úmidos, como margens de lagos e espelhos d’água. O plantio em vasos também é bastante adequado.
Esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e brejosos, isto é, permanentemente úmidos, sem no entanto ficar abaixo da água. Seu porte varia entre 0,6-1,0 metros de altura. Deve se cultivada a pleno sol ou meia-sombra. Multiplica-se por divisão das touceiras após a floração.