terça-feira, 24 de junho de 2014 0 comentários By: Lola

A Primavera



A Primavera

Nomes populares: Primavera, bonganvílea, três-marias

Nome científico: Bouganvillea glabra; B. spectabilis e B. hybrida

A Primavera é uma planta genuinamente brasileira. Ela tornou-se conhecida e muito popular mundialmente após ter sido coletada por Louis Antoine de Bougainville, almirante francês que navegou em volta do mundo no século 18.

Reza a história que este francês teria se encantado com esta singular planta que ocorria nas serras do Rio de Janeiro. Desta forma, coletou alguns exemplares que foram levados à Europa e ofertados ao Rei Luís XIV, assim difundidas pelo cultivo por todo mundo. Uma amostra destas plantas encontra-se depositada no Museu de Paris sendo a primeira referência formal a esta planta brasileira. Bonganville foi homenageado pela descoberta, tendo a bela planta ofertada ao Rei recebido o seu nome latinizado: Bouganvillea, ou planta de Bouganville. O segundo nome, glabra, refere-se ao fato da planta não possuir pêlos nas folhas, lisa ou despida de pêlos, em latim.

De todas as trepadeiras é sem dúvida uma das mais cultivadas nos jardins tropicais do mundo inteiro e também em vasos, nos países frios. Com podas adequadas pode ser cultivada como uma arvoreta ou árvore uma vez obtido um tronco suficientemente forte, dispensando então qualquer tutor. Na verdade este comportamento, chamado de escandente ou "apoiante", é comum para algumas plantas, que crescem "apoiando-se" em outras plantas até conseguir sustento próprio. Através de podas bem conduzidas pode-se "moldar" a Primavera, obtendo praticamente a forma que se quiser da planta. No entanto, salvo na natureza em que ela pode ser encontrada como uma árvore de grande porte, esta forma raramente é observada no Brasil.

Floresce abundantemente na primavera e também no começo do outono, daí o seu nome popular. Na Europa ela floresce em geral apenas na primavera. Três-marias é um nome popular referindo-se às três brácteas coloridas que envolvem pequenas flores verdadeiras. Bonganvílea é outro nome popular que refere-se ao seu nome científico.

A planta do francês possuia flores roxo purpúreo, enquanto outra espécie descoberta posteriormente possui flores avermelhadas, recebendo outro nome, Bounganvillea spectabilis. Destas duas espécies obtiveram-se híbridos e muitas variedades de cor, desde o branco (variedade "branca-de-neve") até o salmão (variedade "orange king"). A espécie B. glabra possui folhas menores, lustrosas e lisas, caules mais curtos, poucos espinhos e floradas mais contínuas. A espécie B. spectabilis é mais vigorosa, possui caules longos com grandes espinhos curvados, folhas maiores e aveludadas.

CULTIVO

As Primaveras preferem solos férteis e ricos em matéria orgânica.

As mudas são feitas normalmente por estacas e raramente por sementes.

As podas devem ser efetuadas somente entre julho e agosto. Como as podas podem reduzir as floradas subsequentes, convém remover apenas galhos velhos ou mal formados, procurando equilibrar a planta.

Pode ser conduzida como trepadeira, sobre pérgolas, muros ou arcos, ou como árvores ou arvoretas através de podas bem orientadas.

Um bom formato pode ser obtido reduzindo-se os galhos compridos a 30 a 40 cm do ramo velho ou tronco, retirando-se os ramos "ladrões" (brotos vigorosos que saem em geral da base da planta diminuindo o vigor da copa).

Para aumentar a floração convém adubá-la com um adubo completo após a poda.

Em jardins pequenos ou em arcos ou pérgolas únicas convém plantar apenas uma variedade de cor.
domingo, 26 de maio de 2013 0 comentários By: Lola

Ciclame

Ciclame 


Características

Nata da Europa e da Ásia, essa é uma planta florífera muito cultivada em vasos graças a seu pequeno porte, menos de meio metro de estatura, folhas verde escuro e flores coloridas muito vistosas que contrastam com a cor de suas folhas causando um ótimo efeito no ambiente. Costuma florescer mais no final do inverno e início da primavera, podem ficar floridas o ano todo dependendo da forma de cultivo, porém tendem a morrer se passarem muito tempo a florescer graças ao enorme desgasto que isso causa a planta.

Cultivo

Onde e Como Plantar

Geralmente é plantada em vaso, embora possa ser criada em área externa desde que devidamente protegida do sol a pino. Devemos sempre mantê-la em local que receba uma boa quantidade de iluminação indireta, ou então que receba luz direta de manhã ou a tarde. Utilize solo fértil, geralmente o que a planta vier plantada da floricultura já terá a composição ideal, porém se necessitar plantá-la em outro lugar, não esqueça de adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK rico em fósforo no começo da floração.

Como Cuidar

O ideal é que reguemos essa planta em dias alternados, não podemos deixar o solo secar, porém o excesso de água também pode matar essa planta, que alias é bem sensível a doenças. Graças a isso esteja sempre atento em remover ramos mortos que podem ser um prato cheio para a proliferação de bactérias e fungos.
Após o termino da floração lembre-se de reduzir a água e não adicionar mais fósforo durante alguns meses para que a planta descanse por um tempo, você pode tentar manter a floração dessa planta por mais tempo que o natural através da rega e adubação, porém ela provavelmente morrerá em pouco tempo. Após o tempo de dormência, logo antes do inicio de uma nova época de frio, volte a adicionar um pouco de adubo orgânico e NPK ao solo.

terça-feira, 26 de março de 2013 0 comentários By: Lola

Como cuidar de Calandivas




Como cuidar de Calandivas

As calandivas são plantas suculentas e muito resistentes. São diferentes das calanchoe (ou kalanchoe ou ainda calancóis) pois suas flores são dobradas. Seus cuidados são semelhantes e a beleza de uma não deixa nada a dever à outra.
Sempre presenteadas em vasos plantados são ótimas para iniciação em jardinagem e para crianças, pois suas necessidades são muito simples.Costuma-se oferecê-las entre amigos e parentes pois é considerada a flor da fortuna e da felicidade.

Plantadas em terra, as calandivas formam maciços e bordaduras com cores vivas e variadas. Mesmo sem as flores, suas folhas são de grande beleza, em tom verde escuro e desenhos bem definidos.

Precisam de luz por pelo menos algumas horas por dia, por isso podem ser plantadas à meia sombra. São plantas que toleram certa variação de temperatura até 10º no inverno.

Em vasos, regue-as moderadamente a partir da base e certifique-se de que a terra esteja seca antes de ser regada para que a planta não sofra por excesso de água.

Remova as hastes das flores murchas para mantê-las bonitas por mais tempo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013 1 comentários By: Lola

Petúnia



Petúnia

Cultivo

Onde e Como Plantar

Embora a petúnia viva bem sob o sol em lugares de clima mais amenos, como no sul, a maioria das espécies de petúnia podem sofrer queimaduras se criadas a pleno sol em regiões equatoriais, a exceção para essa regra é a variação integrifólia, também conhecida como perene, que sobrevive muito bem mesmo em ambientes mais quentes. A petúnia pode ser plantada a partir de sementes, porém requer um cuidado muito grande em suas primeiras semanas, por isso aconselhamos que pessoas interessadas em pequenas criações que adquiram mudas.

Tipo de Solo

O solo ideal para essa planta é o típico tropical de florestas, altamente fértil e abundante em matéria orgânica, logo, antes do plantio prepare a terra com bastante adubo e reforce a dose a cada alguns meses. Pode-se utilizar NPK rico em fósforo também para estimular uma floração mais intensa.

Como Cuidar

O cultivo desta herbácea não é muito complicado, a planta não tem muitos problemas com as épocas mais frias do ano e é bem flexível quanto a luminosidade, apenas mantenha o solo ligeiramente úmido com irrigações diárias, mas sem encharque, e a planta crescerá bem. A parte mais complicada é que para manter a petúnia bonita por mais tempo é necessário replantá-la no final do ano, para assim remover ramos mortos e arejar a planta.


domingo, 20 de janeiro de 2013 0 comentários By: Lola


Nome popular: Brinco-de-princesa; Lágrima; Agrado; Fúcsia.
Nome científico:
 Fuchsia hybrida.
Família: 
Onagraceae.
Origem: Brasil. 


O Brinco-de-princesa é uma das belas flores que tem se tornado extremamente populares internacionalmente. Há um grande número de tipos, que foram obtidos pela hibridação de espécies obtidas na América do Sul. A flor é considerada um dos símbolos do Rio Grande do Sul.
São muito cultivadas em vasos, como planta pendente, apoiadas em suportes ou em jardineiras. Suas flores são bastante visitadas por beija-flores.
 Seus ramos são pendentes, e suas flores pendentes são o seu maior atrativo, podendo elas ser com divisões roxas, vermelhas ou brancas e corola roxa, vermelha, branca ou azul, simples ou dobradas, formadas na primavera e verão.  Algumas variedades são mais eretas do que as demais.
Apreciam o frio e se adaptam bem ao sul do país.
Cuidados: O Brinco-de-princesa prefere ficar em sol pleno, ou em meia-sombra, sendo protegida principalmente do sol da tarde. As fúcsias crescem e florescem melhor em regiões mais frias, como na região sul do Brasil, mas também possuem certa tolerância a ambientes mais quentes.
É desejável manter o solo rico em matéria orgânica, pois elas precisam de solos com boa retenção de água, para que o a terra seja sempre mantida úmida. Uma boa drenagem do vaso também é essencial.
Apesar de serem plantas perenes, muitas vezes elas são cultivadas como se fossem anuais, sendo replantadas todos os anos.
Como reproduzir: Pode ser multiplicada tanto por sementes quanto por estacas feitas dos ramos.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012 0 comentários By: Lola

Gérbera



Gérbera

 
Nome popular: Gérbera; Gebra; Margarida-da-áfrica; margarida-do-transvaal.
Nome científico: Gerbera jamesonii.Família: Compositae (Asteraceae).Origem: África.

Herbácea perene, de 30 a 40 cm de altura, de florescimento muito vistoso, que ocorre principalmente nos meses da primavera e verão.
Aprecia climas frios, mas também desenvolve-se bem em regiões subtropicais.
Como cuidar: Cultivada em grupos como planta de bordadura ou em conjuntos isolados, a pleno sol, em canteiros estercados e bem preparados. Presta-se com excelência para a modalidade de flor de corte, utilizada em arranjos e buquês.
Como reproduzir: Sua multiplicação se dá por sementes semeadas no começo do outono, ou por mudas obtidas por divisão das plantas no final do inverno

 
domingo, 9 de dezembro de 2012 0 comentários By: Lola

Girassol





Nome Técnico:Helianthus anuus L.
Sin.: Helianthus aridus Rybd., Helianthus macrocarpus DC, entre outros
Nomes Populares :Girassol
Família :Angiospermae - Família Asteraceae
Origem: América do Norte

Descrição:

Planta herbácea de ciclo curto, cultivada como ornamental e também para produção de óleo comestível.
Helianthus é um gênero com mais de 300 espécies cultivadas no mundo todo.
O caule é longo, verde e piloso, com diâmetro e altura que diferem conforme a espécie, algumas chegam até 2,50 m.
Alguns híbridos de melhoramento são produzidos com fins ornamentais e têm pouca altura, podendo ser usados no paisagismo com sucesso.
As folhas também diferem em tamanho nas espécies cultivadas, podendo ser grandes ou pequenas, algumas inclusive apresentam pelos esbranquiçados que dão efeito prateado ou acinzentado.
As flores são reunidas em inflorescência do tipo capítulo, onde as flores férteis estão no centro e são verdes ou purpúreas e as de borda, inférteis, em geral amarelas.
A polinização é feita principalmente por abelhas.

Modo de Cultivo :

É uma planta de ciclo de 4-5 meses e é preciso semear todos os anos.
A semeadura deverá ser feita direta, isto é, em canteiros preparados, pois o girassol não tolera bem o transplante.
Necessita de muito sol, solos profundos e férteis assim como de regas regulares no período de crescimento.
A melhor época de proceder a esta técnica é no verão.

Preparo de Canteiro para o jardim :


É conveniente marcar o canteiro onde irá ser cultivado o girassol, melhor implantar maciços e não plantas isoladas para ter um visual mais paisagístico.
Cavoucar o solo a uma profundidade de 25 cm, retirando inços, pedras e raízes mortas, destorroando e acrescentando adubo animal de curral cerca de 1 a 2 litros/m² ou de aves, a metade deste volume, incorporando bem.
Se o solo for do tipo argiloso, de textura fina sujeito à compactação, acrescentar também um pouco de areia de textura grossa, misturando tudo bem.
Nivelar a terra do canteiro, fazer sulcos com a pazinha e semear.
O espaçamento poderá ser feito de 20 a 30 cm entre linhas e colocando 3 unidades por cova.
Regar bem a seguir.
A emergência ocorre entre 7 a 10 dias após a semeadura, se for na primavera com temperaturas em torno de 15ºC.
As regas deverão ser regulares enquanto a planta cresce.
Para os Estados do Sul a época é de setembro a fevereiro e para os demais o ano todo.
domingo, 25 de novembro de 2012 0 comentários By: Lola

Violetas



As violetas são preferência nacional, pois são fáceis de cuidar, alegres e podem durar muito tempo
Embora não tenham perfume marcante, as violetas são preferência nacional. Além de alegres, essas flores são fáceis de cuidar. Veja o que fazer para garantir a beleza da sua planta por ainda mais tempo.
O vaso ideal para violetas
Apesar de os vasinhos de plásticos serem charmosos, as violetas se dão bem mesmo nos vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode apodrecer as raízes.
Cuidados com a água
Não molhe as folhas, pois elas apodrecem. Se você costuma colocar água apenas no pratinho, faça uma rega na terra uma vez por mês, para diminuir a concentração de sais minerais. Outro detalhe: as violetas detestam cloro. Para eliminá-lo, ferva a água e deixe-a esfriar antes de regar, ou use água mineral. No verão, regue duas vezes por semana. No inverno, apenas uma.
Luz na medida para violetas
A violeta precisa de luz, mas não suporta o sol direto. O ambiente ideal é um local com temperatura em torno de 25º C, onde os raios solares sejam filtrados pelo vidro de uma janela, por exemplo.
Como adubar 
Há fertilizantes químicos específicos para as violetas. Varie essa adubação periodicamente, alternando com farinha de osso e húmus de minhoca.
Como plantar violeta
Coloque no fundo do vaso uma camada fina de pedrinhas. Encha-o até a metade com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita, um remédio que combate pragas. Plante a muda centralizando a raiz e complete com a mistura. A seguir, faça uma rega generosa, até que a água escorra para o pratinho.


   
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012 0 comentários By: Lola

Phalaenopsis

Cuidados com as Phalaenopsis 

 phalaenopsis_pink
Das espécies de orquídea, a Phalaenopsis é uma das mais belas. É uma planta resistente e se adapta bem ao clima de uma sala, mas também serve para ornamentar terraços e jardins.
Luminosidade
Coloque a planta em local bem iluminado e ventilado, de preferência onde a planta receba o sol da manhã. Quando a planta está sem flores, é preferível deixá-la na área ou jardim, num lugar bem protegido do sol do meio-dia (debaixo de uma árvore, por exemplo).
Adubação
Orquídeas precisam de muito pouco adubo; adubando uma vez por mês é mais que suficiente. Por exemplo: usando um adubo fórmula 10:10:10 ou similar na medida de uma colher de café de adubo por litro de água.
Regas
Regue a cada 7-15 dias, quando sentir que o vaso está ficando leve. Use de preferência água de chuva, água mineral ou de poço. Evite usar água clorada; em último caso, ferva a água. Regue bem, com água em abundância. Se possível, deixe a planta na chuva. Depois de regar, retire o excesso de água do pratinho debaixo da planta.
Temperatura
A Phalaenopsis é originária da Indonésia e das Filipinas. Como orquídea tropical, prefere temperaturas entre 18°C e 28°C. Em época de clima frio, especialmente nas regiões sul e sudeste, evite deixar sua planta exposta, pois não sobreviverá a geadas e ventos frios.
Florada
Após as flores murcharem, corte a haste, deixando uns 20 cm na planta; pode sair outro cacho de flores na haste ainda no mesmo ano. Também pode sair outra haste no próximo ano.
domingo, 28 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola

Chuva de Ouro

                   

Nome Científico: Cassia fistula Nomes Populares: Chuva-de-ouro, Canafístula, Cássia-fístula, Cássia-imperial Família: FabaceaeCategoria: Árvore, Árvore Ornamentais, MedicinalClima: Equatorial, Subtropical, TropicalOrigem: Ásia Altura: 4.7a 6.90metros, 6.90 a 9.0 metros.9.0a 12 metrosLuminosidade: Sol PlenoCiclo de Vida: Perene

A chuva-de-ouro é uma árvore ornamental decídua, de floração espetacular, com seus belos cachos pendentes de flores douradas. De porte médio e crescimento rápido, ela alcança cerca de 5 a 10 metros de altura. Seu tronco é elegante, um pouco tortuoso, e pode ser simples ou múltiplo, com a casca cinza-esverdeada. A copa é arredondada, com cerca de 4 metros de diâmetro. As folhas são pinadas, alternas, com 4 a 8 pares de folíolos elípticos, acuminados e de cor verde-viva.
No verão desponta suas inflorescências, do tipo rácemo, pendentes e longas, com cerca de 30 cm de comprimento e com numerosas flores amarelas, pentâmeras e grandes. Os frutos que se seguem são do tipo legume, cilíndricos, de cor marrom, e contêm de 25 a 100 sementes lenticulares, castanhas, lustrosas, envoltas em uma polpa doce e com propriedades medicinais. Apesar da polpa ser comestível, as sementes são tóxicas e não devem ser ingeridas.
Isolada ou em pequenos grupos, a chuva-de-ouro se torna um centro de atenção no jardim, durante sua floração. No resto do ano ela também não fica pra trás, pois fornece uma sombra fresca, sem ser muito densa. Pode ser plantada em calçadas pois não apresenta raízes agressivas. Além de suas qualidades ornamentais, ela é utilizada em fitoterapia, tendo destaque especial na medicina Ayurveda. Suas propriedades incluem desintoxicação e depuração do organismo. Cuidado: a chuva-de-ouro têm propriedades tóxicas, e seu consumo deve ter sempre acompanhamento médico.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. A chuva-de-ouro se adapta muito bem aos climas subtropical e tropical. Depois de bem estabelecida ela é capaz de tolerar períodos curtos de estiagem. Multiplica-se por sementes que necessitam de quebra de dormência para uma melhor germinação. A quebra de dormência pode ser realizada através da escarificação física ou imersão em solução de ácido sulfúrico por 5 a 20 minutos. Após este processo, as sementes devem ser deixadas de molho em água por algumas horas antes do plantio.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola



.Nome Científico: Dendrobium nobile
.Nomes Populares: Olho-de-boneca, Dendróbio
.Família: Orchidaceae
.Categoria: Orquídeas
.Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
.Origem: Ásia
.Altura: 0.3 a 0.4 metros, 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros
.Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
.Ciclo de Vida: Perene

A mais popular de todas as orquídeas é também a que apresenta maior rusticidade e facilidade de cultivo, não dispensando no entanto os cuidados básicos que toda orquídea necessita. As cores podem variar muito, pois sofreu intenso melhoramento e hibridização. A coloração mais comum é a branca com as extremidades rosadas e o labelo com o centro arroxeado bem escuro, transmitindo a sensação de ser um olho. Seus pseudobulbos apresentam coloração verde clara a amarelada. Algumas variedades apresentam porte menor e outras porte maior.
Todos os dendróbios são epífitos, isto é, desenvolvem-se sobre o tronco das árvores. Elas não são parasitas, como muitos poderiam pensar, apenas utilizam as árvores como suporte e proteção para o seu crescimento. Por este motivo elas podem ser cultivadas sobre as árvores, inicialmente amarradas com barbantes ou sisal. Seu efeito fica maravilhoso em palmeiras. Podem ser cultivadas em vasos também, preferencialmente de barro, madeira ou cerâmica, bem forrados com pedriscos para uma perfeita drenagem. O substrato pode ser composto de uma mistura de cascas de árvores, carvão vegetal, cascas e fibras de côco, entre outros materiais próprios para epífitas. Não enterre o rizoma (caule paralelo ao solo) ao plantar seu Dendróbio, ele deve ficar sobre o substrato.
Devem ser cultivados à meia-sombra ou pleno sol (apenas para locais frescos e ventilados), com regas freqüentes no verão e reduzidas no inverno. A adubação deve ser suave e diluída, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta. Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Evite subdividir demais as plantas, sob pena de elas enfraquecerem muito. 
terça-feira, 2 de outubro de 2012 0 comentários By: Lola
 Lathyrus odoratus,    


Nome Científico: Lathyrus odoratus
 Nomes Populares: Ervilha-de-cheiro, Ervilha-doce, Ervilheira-de-cheiro
 Família: Fabaceae
 Categoria: Flores Perenes, Trepadeiras
 Clima: Mediterrâneo, Subtropical, Temperado
 Origem: Europa
 Altura: 1.2 a 1.8 metros
 Luminosidade: Sol Pleno
 Ciclo de Vida: Anual


A ervilha-de-cheiro é uma trepadeira anual de inverno. Ela apresenta caule herbáceo, áspero e ascendente por meio de gavinhas que se desenvolvem nas pontas das folhas compostas. Suas flores são muito vistosas, perfumadas, solitárias e podem ser de cores e matizes variados, com degradés e combinações entre o azul, branco, amarelo, laranja, rosa e vermelho. Após a polinização formam-se vagens curtas, com sementes semelhantes a ervilhas, porém venenosas.
A ervilha-de-cheiro é uma excelente trepadeira para pequenos suportes, como treliças e até mesmo cercas. Sua altura não ultrapassa os dois metros. Ela é apropriada para esconder momentaneamente entulhos, arbustos caducos e outras estruturas pouco aprazíveis no jardim. A floração ocorre na primavera e verão. Seus ramos floridos também podem ser colhidos para a confecção de buquês e arranjos florais perfumados. Há inúmeras variedades de ervilha-de-cheiro disponíveis, para diferentes gostos.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente. Aprecia as temperaturas amenas, desenvolvendo-se melhor sob clima subtropical e mediterrâneo. Não tolera o calor forte ou geadas. Adubações freqüentes estimulam intensas florações. Quando a planta parar de produzir flores, ela já está no final do seu ciclo e pode ser removida dos canteiros. Multiplica-se facilmente por sementes, postas a germinar no outono, em canteiros definitivos.

Alerta:

Não consumir as ervilhas ou vagens, pois são tóxicas.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012 0 comentários By: Lola

Copo de leite

Copo de Leite. A parte amarela é que são as flores.


 Nome Científico: Zantedeschia aethiopica
Nomes Populares: Copo-de-leite, Cala-branca, Jarra, Jarro, Lírio-do-nilo
Família: Araceae
Categoria: Flores Perenes
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: África
Altura: 0.6 a 0.9 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Conhecido de todos, o copo-de-leite é excelente como flor-corte. Sua folhagem é verde brilhante e muito ornamental. As flores são firmes e duráveis, grandes e de coloração branca. A seleção e o cruzamento com outras espécies de Zantedeschia, têm obtido copos-de-leite de outras cores além da branca, como o amarelo, o vermelho, o rosa, o laranja e o roxo.
Deve ser cultivado em grupos para melhor valorização de seu efeito paisagístico, principalmente em locais úmidos, como margens de lagos e espelhos d’água. O plantio em vasos também é bastante adequado.
Esta planta aprecia solos ricos em matéria orgânica e brejosos, isto é, permanentemente úmidos, sem no entanto ficar abaixo da água. Seu porte varia entre 0,6-1,0 metros de altura. Deve se cultivada a pleno sol ou meia-sombra. Multiplica-se por divisão das touceiras após a floração.
domingo, 2 de setembro de 2012 0 comentários By: Lola

Amor Perfeito


Outros Nomes Populares
Amor-perfeito do Pará, Amor-perfeito de verão, Torênia.

Nome Científico
Viola tricolor


A Planta
Ela é uma planta rústica e que exige poucos cuidados. É encontrada em duas famílias, a das Violáceas e a das Scrophularcáceas. Trata-se de uma Herbácea de pequeno porte anual e que costuma ser cultivada como bordaduras e forraçoes Suas origens são os continentes europeu e asiático (Vietnã). Ela pode atingir uma altura entre 20 e 30 centímetros e se propaga através de sementes no outono.

Informações gerais
Planta ornamental, originária da Ásia Central e Europa. O amor-perfeito é uma planta de ciclo anual, que atinge altura entre 20 e 25 cm, caracterizada por caule curto e ramificado, com folhas lisas, cerosas e denteadas. São cultivadas em canteiros férteis, de boa drenagem, no entanto úmidos e a pleno sol. Preferem clima ameno.


Flores
Suas flores se apresentam de maneira isolada ou agrupadas em hastes florais. Florescem quase o ano inteiro. principalmente durante o inverno e primavera. São flores geralmente violetas e rosas, podendo apresentar também várias cores.


Tipo de Folha
Oval e lanceolada


Ambiente e Cultivo
São cultivadas em jardins e gostam de climas amenos, embora alguns tipos apreciem climas quentes e úmidos. Essas plantas precisam estar em ambientes com meiasombra e muita luz durante o verão, embora não suportem sol direto entre 10 e 17 horas, e devem ser também protegidas de ventos fortes. O solo ideal deve ser arenoso e rico em matéria orgânica. O Amor?perfeito precisa ser regado de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez por semana nas épocas frias.


Semeadura Pode ser feita em canteiros, em caixas ou bandejas específicas para esta finalidade. Utiliza-se como substrato um composto encontrado no comércio ou prepara-se uma mistura peneirada, contendo 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina. As sementes são colocadas em sulcos rasos, em fileiras contínuas, quando se faz uso de canteiros ou caixas, e utilizadas na proporção de 2-3 sementes, em cada forma ou tubete, quando semeadas em bandejas. Após semear, irrigar o substrato.
Quando semeadas em canteiros, utilizar cobertura alta nas horas mais quentes do dia, para proteção das mudas.


Transplante As mudas devem ser transplantadas para o local definitivo, para plásticos de ½ litro ou para caixas coletivas, quando atingirem 10 cm de altura. O transplante deve ser feito pela manhã ou a tarde precedido de uma irrigação.

Adubação É preciso adubar uma vez por ano com farinha de osso, farinha de peixe ou torta de algodão e também usar fosforita, superfosfato, termofosfato ou NPK rico em P.

Preparo do canteiro Deve ser preparado com antecedência, revolvendo-se o solo e acrescentando uma mistura de esterco bem curtido e fertilizante, na proporção de 2,5 kg para cada 30 m2.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012 0 comentários By: Lola

Cuidados com Mini Rosa

Nome Científico: Rosa chinensis
Nomes que é conhecida: Mini Rosa, roseira miniatura, rosa miniatura
Família: Rosáceas
Origem: Ásia - China
Tamanho médio: Até 40 centímetros
Flores: o ano inteiro, principalmente na primavera
Propagação: por estaquia de galhos.

Vermelhas, róseas, brancas ou amarelas. Cultivadas preferencialmente em vasos, as flores se formam praticamente o ano inteiro, principalmente na primavera. O tamanho da planta deve chegar aos 40 centímetros. Se cultivada em um jardim, as podas devem ser observadas com muito cuidado, para que a planta não cresça muito e perca sua qualidade de "mini", podendo até causar falta de nutrientes para a planta.

Ela suporta o sol, sem grandes problemas, apesar da realidade de preferir climas frios. Mas os resultados em locais mais quentes também são muito satisfatórios.
 

O solo deve ser adubado com farinha de ossos, torta de mamona ou adubo orgânico. Preferencialmente, deve-se adubar a terra 3 vezes por ano.

As regas devem ser generosas, principalmente em dias muito quentes. Mas isso não quer dizer que precisam acontecer todos os dias. Apenas devemos dar atenção especial ao regar a planta, em dias quentes (sempre observando a terra) com intervalos de dois dias.
sexta-feira, 4 de maio de 2012 0 comentários By: Lola

Boca-de-leão

Boca-de-leão, Antirrhinum majus, ,
  • Nome Científico: Antirrhinum majus
  • Nome Popular: Boca-de-leão
  • Família: Plantaginaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Mediterrâneo
  • Ciclo de Vida: Anual
Florífera de jardim excelente para a formação de canteiros e maciços a pleno sol. A boca-de-leão também é utilizada em vasos e jardineiras, assim como flor-de-corte. Seu porte e textura é herbáceo e apresenta folhas lanceoladas e pequenas. As flores são formadas no final do inverno e início da primavera e possuem um formato especial que deu origem ao nome popular desta planta. Existem muitas variedades com flores de cores e combinações diversas.
Devem ser cultivadas em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, com regas regulares. Aprecia o frio e necessita reforma anual. Multiplica-se por sementes.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 1 comentários By: Lola

Gloxínia

Nome Científico: Sinningia Speciosa
Nomes que é conhecida: Gloxínia, Cahimbo
Família: Gesneriáceas
Origem: América do Sul, Brasil
Tamanho médio: até 30cm
Flores: O ano todo
Propagação: por estaquia de folhas e sementes.

Suas folhas são grandes e arredondadas. Normalmente caem no outono e inverno. Suas flores são grandes e podem ser simples ou dobradas. Há várias cores em tons vermelhos, rosas, laranjas e arroxeado, e normalmente as flores são pigmentadas. A época de mais flores é o verão, apesar de poder ter flores o ano todo.

Ela gosta de luminosidade, mas não pode ser exposta diretamente aos raios do sol. Normalmente podem ser cultivadas dentro de casa, próximo a janelas, para receber calor e luminosidade na dose certa. Se estiver fora de um vaso e fora de casa, a gloxínia vai se desenvolver em locais de vegetação mais fechada, o suficiente para ela não ser atingida pelo sol diretamente. Ela até tolera o frio, mas seu local preferido é mesmo um ambiente mais aquecido.

Depois que as flores secarem, você deve limpar os bulbos e guardá-los em local seco e fresco. Deve replantar no final do inverno.

O solo para o seu cultivo deve ser um substrato rico em materia orgânica e bem drenável. Uma boa dica de mistura é: 1 parte de terra, 2 partes de composto orgânico, 1 parte de areia grossa e 1 parte de farinha de ossos.

Não abuse da água. O solo deve ser bem drenável exatamente porque a gloxínia não gosta de muita água. Claro que o solo deve estar sempre úmido, mas sem exageros.

A adubação pode ser feita com farinha de ossos.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011 0 comentários By: Lola

Onze horas

Nome Científico: Portulaca Grandiflora
Nomes que é conhecida: Onze Horas, Portulaca
Família: Portulacáceas
Origem: América do Sul, Brasil
Tamanho médio: até 20cm
Flores: Verão
Propagação: por sementes ou estarquia da ponta dos ramos.

Por ser uma planta de ciclo anual, sempre será necessário plantar novamente, fazendo mudas, através de sementes ou com uma parte da planta, a ponta dos ramos. Preferencialmente, se deve fazer a nova muda na primavera e a nova planta já poderá ter flores nessa estação, mas seguirá com flores por todo o verão.

O seu cutivo é fácil, pois ela gosta de muita água, em terra bem drenável, mas suporta solos mais secos sem problemas. Recomenda-se evitar molhar as flores abertas. O solo deve ser rico em matéria orgânica e a mistura ideal recomendada é: 1 parte de terra comum, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia.

A variedade de cores permite fazer um espaço muito florido e colorido, quando usadas várias tonalidades, como rosa, branco, laranja, amarelo, vermelho e outras possibilidades nesses tons.

Ela precisa receber, ao menos 4 horas de sol por dia. Logo, o melhor lugar para seu desenvolvimento é em áreas abertas, com sol direto.

A flor vai abrir na parte da manhã, normalmente perto das 11h, fechando durante a tarde.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011 0 comentários By: Lola

Cuidados recomendados com a kalanchoe


Kalanchoe pertence à família da suculentas, plantas assim chamadas porque acumulam água em suas folhas. Originária da África, é conhecida como "flor da fortuna".

Cuidados recomendados

Planta de grande durabilidade, prefere os lugares bem iluminados.No verão deve ser aguada duas vezes por semana. No inverno, apenas uma vez semanalmente.
Kalanchoe pode ser plantado no vaso ou no jardim. Pode também ser mantido no vaso até o fim da florada e, depois, ser mudado para o jardim, em local sombreado e longe das luzes artificiais. Seu período de florescimento vai do início do inverno até ao final da primavera.